Valor Econômico
21 de Setembro, 2011
Fogão corporativo O Capim Santo é um daqueles restaurantes que já ganharam seu espaço, ninguém tira. Não é só um restaurante, aliás. Há o de São Paulo e o de Trancoso. Há a pousada, lá na Bahia, onde tudo começou. Há o bufê Capim Santo, o espaço gastronômico Santinho e a Escola Sabores e Saberes Capim Santo. Um caminho longo percorrido pela chef Morena Leite, por sua família e pela sócia Adriana Drigo. Mas faltava alguma coisa. Foi quando o dueto se transformou em trio, com a chegada do engenheiro Rodrigo Santiago. Novo sócio, novos planos. Pois a chegada do engenheiro, que fez carreira no mercado financeiro antes de largar tudo para se dedicar à gastronomia, trouxe para o Capim Santo um novo rumo. "Organizar processos", "implementar procedimentos de gestão" e coisas do gênero se transformaram em pauta do cotidiano. "Queremos muita coisa", diz Rodrigo. "Vamos fortalecer o setor de eventos [que já representa 60% do faturamento do Capim Santo] e investir no que faz mais parte do nosso DNA: a sustentabilidade." O espaço de eventos próprio já está sendo negociado num bairro bacana de São Paulo. Um outro dos planos do trio é formatar um condomínio Capim Santo, um empreendimento imobiliário sustentável, voltado para as pessoas que se identificam com a filosofia do restaurante. "O Fasano já fez isso [associando-se à JHSF], por que nós não podemos também?", diz o confiante Rodrigo.
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