domingo, 30 de outubro de 2011

Atendimento Emergencial Deve Continuar, Dizem Médicos

HOSPITAIS
Exame
24 de Outubro, 2011


Atendimento em Hospital Público de São Paulo
Atendimento em Hospital Público de São Paulo: pacientes querem ser bem tratados
Brasília - Médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) preparam uma manifestação para amanhã, devendo paralisar atendimentos de consulta e exames em pelo menos 21 Estados. Os atendimentos dos casos de emergência, no entanto, serão mantidos. O protesto, organizado por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) é contra as condições de trabalho desses profissionais e a baixa remuneração. Segundo os organizadores, o movimento deve mobilizar 100 mil profissionais da área.
A suspensão dos atendimentos ocorrerá nos seguintes Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Sergipe.

Em São Paulo, os organizadores preveem que a paralisação ocorra em algumas unidades de saúde, ao longo do dia inteiro. Já em Santa Catarina, deve durar uma hora, no período da tarde. No Piauí, a paralisação se estenderá por três dias.

"Todos os atendimentos serão remarcados, esse movimento é a favor da assistência médica da população, manteremos o atendimento de emergência, como sempre o médico faz nesses momentos. Queremos dizer à população que estamos do lado dela, esse movimento é a favor do SUS, cuja assistência hoje está bem atrás daquilo que nós, médicos, desejamos, e daquilo que a população espera", disse o 2º vice-presidente da CFM, Aloísio Miranda.

No Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins, haverá manifestações e protestos públicos. Segundo os organizadores da paralisação, a média do salário-base do médico que se submete a uma jornada de 20 horas semanais de trabalho, sem considerar gratificações, é de R$ 1.946,91, oscilando de R$ 723,81 a R$ 4.143,67 dependendo da unidade da federação. A Fenam defende um piso salarial de R$ 9.188,22. Há ainda falta de leitos hospitalares - entre 1990 e 2008, o País teria perdido 188.845 leitos.

Padilha Diz Acreditar Na Responsabilidade De Entidades Médicas

HOSPITAIS
Exame
24 de Outubro, 2011


Alexandre Padilha, Ministro da Saúde
"Não acredito em paralisação de serviços de urgência e emergência", disse o Ministro
São Paulo - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje contar com o bom senso das entidades que representam os médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) durante a paralisação prevista para ocorrer amanhã em 21 Estados. "Não acredito em paralisação de serviços de urgência e emergência, acredito na responsabilidade das entidades médicas. Torcemos por isso", disse o ministro, após palestra para os empresários do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) durante almoço em São Paulo.
O ministro minimizou a mobilização que pretende paralisar o atendimento aos pacientes na maior parte dos Estados. De acordo com Padilha, trata-se apenas do dia nacional de luta da categoria. "Os médicos têm seus dias nacionais de luta, é uma ação tradicional. O Ministério da Saúde, quando souber quais são as propostas, vai ter uma opinião sobre isso", disse.

Organizado por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), o protesto é contra as condições de trabalho dos profissionais e a baixa remuneração. Segundo os organizadores, deve mobilizar 100 mil profissionais.

Questionado sobre o lixo hospitalar importado dos Estados Unidos, Padilha afirmou que o trabalho de investigação está sendo realizado pela Polícia Federal brasileira em colaboração com a polícia federal norte-americana (FBI). "Todas as medidas já foram tomadas", ressaltou Padilha. Durante a palestra, Padilha acrescentou que as investigações já levaram à prisão de algumas pessoas e que o País não vai tolerar esse tipo de comércio. "Vamos bloquear (a importação de lixo) porque o Brasil não vai permitir que lixo hospitalar entre no País".

Padilha lembrou que é preciso distinguir nas denúncias o que é lixo hospitalar e o que é doação de hospitais e que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está alertando as vigilâncias sanitárias regionais a fazerem esta distinção. "Uma coisa é lençol usado e lixo hospitalar, outra coisa é a prática dos hospitais de comercializar até doações. Não é todo lençol comercializado que é lixo hospitalar", disse.

Na Bahia, Cerca De 200 Clínicas Paralisam Atividade

HOSPITAIS
Exame
24 de Outubro, 2011


Leito em hospital privado
Leito em hospital privado: dados mostram queda no Brasil
Salvador - Cerca de 200 instituições de saúde particulares de Salvador, integrantes da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Ahseb), que prestam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), vão interromper de hoje até o dia 31 os serviços prestados pelo SUS.
De acordo com cálculos da associação, as clínicas envolvidas realizam, diariamente, cerca de 40 mil atendimentos pelo SUS. Segundo o secretário de Saúde de Salvador, Gilberto José, pacientes atendidos pelo SUS serão direcionados a outras instituições durante a paralisação.De acordo com a direção da associação, a decisão foi tomada porque o teto estipulado pelo SUS para atendimento, que foi cortado em 20% em maio, já foi atingido este mês. As clínicas conveniadas têm ameaçado paralisar as atividades desde que o corte foi anunciado, mas de acordo com o presidente da Ahseb, Marcelo Britto, o atendimento prosseguia "por respeito à população". "A população é nossa maior preocupação, mas não temos mais opção", afirma.

Médicos Devem Parar Atendimento Em 21 Estados

HOSPITAIS
Exame
24 de Outubro, 2011


Atendimento em Hospital Público de São Paulo
Atendimento em Hospital Público de São Paulo: pacientes querem ser bem tratados
Brasília - Médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) preparam uma manifestação amanhã, devendo suspender atendimentos de consulta e exames em pelo menos 21 Estados. Em São Paulo, os organizadores preveem que a paralisação ocorra em algumas unidades de saúde ao longo do dia. Os atendimentos dos casos de emergência e urgência, no entanto, serão mantidos em todo País.
No Estado de São Paulo, não haverá atendimento nos hospitais Emílio Ribas, Servidor Público Estadual e das Clínicas de Ribeirão Preto. Está previsto para amanhã o lançamento, na capital paulista, do "Movimento Saúde e Cidadania em Defesa do SUS", que deve reunir a Associação Paulista de Medicina (APM), Associação Médica Brasileira, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades. Em Santa Catarina, a paralisação deve durar apenas uma hora, enquanto que no Piauí, se estenderá por três dias.O protesto, coordenado por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), se volta contra as condições de trabalho e a baixa remuneração desses profissionais. Na conta dos organizadores, a adesão à paralisação deve mobilizar 100 mil. A suspensão dos atendimentos ocorrerá nos seguintes Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Sergipe.

Estudo Mostra Que Cobre Mata Bactérias

HOSPITAIS
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011


 Um estudo realizado a pedido do Departamento de Defesa dos EUA mostrou que superfícies que contém cobre matam bactérias. A notícia traz novas perspectivas para os fabricantes do metal, gerando novas fontes de demanda nesse mercado.
Segundo reportagem do jornal americano The Wall Street Journal, a descoberta mostrou que superfícies de cobre em quartos de unidade intensiva de hospitais cortaram a quantidade de microorganismos em 97% e reduziram a taxa de infecções adquiridas nos hospitais em 41%. O cobre foi testado em para várias bactérias.
Segundo o vice-presidente de microbiologia da Universidade Médica da Carolina do Sul, que liderou o estudo, Doutor Michael Schmidt, é justamente a capacidade do metal de conduzir eletricidade que permite que o cobre limite a reprodução dos microorganismos. As bactérias, como todos os organismos vivos, geram eletricidade e , quando em contato com uma superfície de cobre, têm sua energia retirada pelo metal.
“Certamente, essa é uma das fontes potenciais de crescimento da demanda pelo cobre nos próximos anos”, afirmou o analista do Barclays Capital, Nicholas Snowdon.

Brasil Evitou Nova Entrada De Lixo Hospitalar No País, Diz Padilha

HOSPITAIS
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, revelou nesta segunda-feira que o Brasil conseguiu evitar a entrada de mais lixo hospitalar no país. “Identificamos outras tentativas de transferência que foram suspensas. Conseguimos interromper a entrada no país”, disse o ministro, sem fornecer detalhes sobre a operação.
De acordo com Padilha, todas as medidas cabíveis já foram tomadas e, agora, as autoridades brasileiras, em parceria com o FBI, a polícia federal americana, investigam os responsáveis pelo envio ilegal de material hospitalar contaminado ao Brasil. “Há pessoas que já foram punidas, presas, em decorrência das investigações”, comentou o ministro, durante reunião do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo.
Toda a cadeia de produção do lixo hospitalar, segundo o ministro, foi mapeada, o que possibilitou impedir novas tentativas de envio de material contaminado ao Brasil e punir os responsáveis. O ministro evitou comentários sobre os envolvidos no caso e as novas tentativas de transferência de lixo hospitalar. Ele, entretanto, enfatizou a necessidade de se distinguir as práticas ilegais das permitidas. “Há hospitais que comercializam ou doam lençóis que não estão infectados, ou que muitas vezes nem foram usados.”
O envio ilegal de lixo hospitalar ao Brasil foi identificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) há cerca de duas semanas, quando dois contêineres vindos dos Estados Unidos foram desembarcados  no porto de Suape, em Pernambuco.

Médicos Fazem Paralisações Em 21 Estados Contra Baixa Remuneração

HOSPITAIS
Valor Econômico
25 de Outubro, 2011


Médicos fizeram paralisações em 21 Estados nesta terça-feira, em protesto contra a baixa remuneração da categoria e as más condições de trabalho e de assistência oferecidas pela rede pública de saúde no país. Na maior parte dos locais, as unidades de saúde da rede pública ficaram sem atendimento.
“O Dia Nacional em Defesa da Saúde representa um grito de alerta para que a população pressione e nos apoie  na luta por melhorias  e para que os gestores coloquem realmente o SUS no topo das suas prioridades", ressaltou o diretor da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Jorge Eltz.
O protesto nacional foi organizado pela Comissão Pró-SUS, formada pela Fenam, pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
A Comissão Pró-SUS não tem um levantamento sobre a adesão no país, mas se sabe que cerca de 80% dos profissionais no Pará não trabalharam hoje. Os ambulatórios de quase todos os grandes hospitais da capital, Belém, não funcionaram durante a manhã. No Maranhão, houve paralisação do atendimento eletivo, exceto urgências e emergências.

SP Lotada Faz Turista Buscar Hotel Em Guarulhos E ABC

HOTELARIA
Exame
23 de Outubro, 2011


Vista da Marginal Pinheiros, em São Paulo
São Paulo - Com a dificuldade de encontrar vaga nos hotéis da cidade, turistas que visitam São Paulo estão se hospedando cada vez mais longe - e lotando também hotéis da Região Metropolitana. No ABC, a ocupação média já bate os 90% durante a semana e as opções estão ficando insuficientes para tanta demanda. Em Guarulhos, a proximidade com a zona norte e os grandes centros de eventos, como Anhembi e Expo Center Norte, já garante quartos 99% cheios de segunda a sexta-feira.
Além de estarem perto de grandes rodovias - Anchieta, Imigrantes e Rodoanel - e do Centro de Exposição Imigrantes, as cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul ainda têm outro atrativo: a proximidade com o Aeroporto de Congonhas. "Desde fevereiro estamos com 98% de ocupação nos nossos hotéis em São Bernardo. Isso porque temos um na Liberdade que lota e temos de trazer hóspedes para cá", conta Marco Buonomo, gerente de vendas da rede Liau.Uma das novidades é Alphaville: com a explosão de escritórios e torres comerciais na região, os hotéis - todos com menos de três anos de inaugurados - viram a ocupação crescer quase 40% em relação ao ano passado. "São Paulo tem um grande problema de deslocamento por causa do trânsito. Então, as pessoas acabam preferindo ficar longe do centro, mas perto de onde precisarão ir todo dia", afirma o presidente do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), Roberto Rotter.
Um dos hotéis da rede, o Park Plaza, começou uma reforma para aumentar o número de quartos de 166 para 172. Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC (Sehal), Wilson Bianchi, há menos de quatro anos o cenário era outro. "Conseguíamos dar conta da demanda tranquilamente, agora não mais." Bianchi afirma que pelo menos mais quatro hotéis com uma centena de quartos cada são necessários para a região, que tem 180 "meios de hospedagem" (hotéis, pousadas, flats).
A analista de marketing Marília Zoboli, de 28 anos, que o diga. Em uma quarta-feira do mês passado, ela precisou reservar hotel para seis parentes que vinham do interior de Minas para São Bernardo. "Liguei para mais de dez. Não tinha vaga em nenhum." A solução foi hospedar todo mundo na casa da avó.
A vinda para a capital da estudante Lígia Pimenta, de 23, também foi traumática. De Pindamonhangaba, ela e a mãe rodaram a cidade por mais de três horas na terça-feira à noite procurando lugar para dormir. Bateram na porta de todos os hotéis da Paulista, Faria Lima, Berrini - nenhuma vaga. Já quase de madrugada, tomaram uma decisão drástica. "Acabamos em um motel perto da Rua Augusta, eu e minha mãe", conta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brasil E Espanha Analisam Colaboração No Setor Turístico

HOTELARIA
Exame
25 de Outubro, 2011


Hotel
Segundo o governo espanhol, a mão de obra do setor da hotelaria 'está disponível' em seu país por causa da crise econômica, enquanto o Brasil 'precisa urgentemente' deste tipo de profissionais
Rio de Janeiro - A diretora-geral de Cidadania Espanhola no Exterior, María del Pilar Pin, e hoteleiros brasileiros analisaram nesta terça-feira fórmulas de colaboração para reduzir o déficit de mão de obra do setor, nas proximidades da realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. 
A diretora-geral disse à agência Efe que um dos assuntos da reunião foi o memorando de entendimento que os ministros de Trabalho destes dois países discutem há meses, para flexibilizar a entrada de mão de obra espanhola da área de turismo no Brasil.A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIHRJ) transmitiu a María del Pilar o interesse em receber profissionais qualificados da Espanha, e assinar convênios para a formação de empregados brasileiros do setor de turismo.
'Os hoteleiros nos falaram sobre a dificuldade das leis federais de imigração, esperamos poder resolver esta dificuldade e que o memorando seja concretizado', afirmou.
A funcionária espanhola explicou que a mão de obra do setor da hotelaria 'está disponível' em seu país por causa da crise econômica, enquanto o Brasil 'precisa urgentemente' deste tipo de profissionais pela proximidade dos grandes eventos esportivos que motivarão uma grande demanda turística.
Na reunião, os hoteleiros também mostraram interesse na possibilidade de fechar convênios com instituições públicas e privadas da Espanha para a formação e qualificação de pessoal tanto no setor do turismo como no setor imobiliário e de construção civil.
O Brasil recebe cerca de cinco milhões de turistas por ano, e as autoridades esperam duplicar este número nos próximos anos.
A representante do Governo espanhol afirmou que os hoteleiros brasileiros querem aplicar o modelo de desenvolvimento do turismo da Espanha, com ênfase na sustentabilidade do setor, tema que também foi discutido na reunião.
Em 2014, a expectativa é de receber 600 mil visitantes durante a Copa do Mundo e 7,2 milhões de turistas em todo o ano. Já em 2016, o número de viajantes poderia chegar a 10 milhões, de acordo com os cálculos oficiais.
María del Pilar, que chegou ao Rio de Janeiro na segunda-feira, se dirigirá a São Paulo nesta quarta-feira para participar do encerramento de jornadas de hotelaria da Fundação Dom Quixote, e depois viajará ao Chile, onde termina sua viagem pela América do Sul. EFE

Ocupação De Hotéis Depois Da Copa Preocupa Manaus

HOTELARIA
Exame
28 de Outubro, 2011


Manaus
Manaus: setor hoteleiro discute como manter a ocupação em alta
Manaus – Faltando 958 dias para começar a Copa de 2014, o dia seguinte ao término do Mundial preocupa os empresários de hotelaria em Manaus. Estão sendo construídos na cidade nove novos hotéis por causa do torneio. A capacidade vai passar dos atuais 11 mil hóspedes para 18,4 mil.
A rotina do turismo na cidade é acolher principalmente os visitantes que vêm fazer negócios no Polo Industrial de Manaus. Segundo dados da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), cerca de 80% dos hotéis atendem prioritariamente ao empresariado.A questão é como manter no futuro esses hotéis com boa ocupação. “A gente vai ter que ver o que vai fazer. Esse é o grande desafio”, reconhece Roberto Bulbol, diretor na Região Norte da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih).
Para diversificar os visitantes e tornar Manaus ainda mais atraente para quem vier assistir a um dos quatros jogos no estádio Vivaldão, Roberto Bulbol prevê a associação entre o turismo na cidade, a visita a Floresta Amazônica e os destinos na Colômbia e a Venezuela, entre outros vizinhos do estado. “As operadoras de turismo estão fazendo pacotes para o Manaus, para hotéis na selva e para países vizinhos”.
Para a consultora da área de turismo, Sarah Albrecht, é natural que os turistas estrangeiros aproveitem a passagem pelo Brasil para conhecer outros destinos na América do Sul. Ela avalia que para manter o turista, o Amazonas deverá fazer um grande trabalho de marketing.
Em sua opinião, o risco é os operadores de turismo ficarem “confiantes demais” de que apenas a exuberância natural da floresta “é suficiente para manter as pessoas por aqui”. Ela enfatiza que é preciso ter estratégias de comunicação nas redes sociais de outros países, preparar sites em línguas estrangeiras, conhecer a cultura dos turistas e baixar custos, diz ao lembrar que outros destinos no continente são mais baratos que o Brasil.
O diretor da Abih reconhece que o valor dos serviços está alto. Ele atribui os preços (inclusive de diárias) ao custo Brasil: a falta de infraestrutura que limita a chegada de turistas a Manaus basicamente por avião também onera os gastos de hotéis e de outros operadores. Além disso, há a “elevada” carga tributária. “Precisamos baixar custos, mas o governo tem que ver os impostos” reclama.
Para o coordenador de Promoção de Investimentos do Ministério do Turismo, Laércio Lemos de Souza, “a iniciativa privada ainda fica esperando pelo Poder Público”. Em sua opinião, o setor ainda está perdendo tempo e “a estruturação do negócio do turismo ainda é muito amadora. Nem o Brasil e nem o Amazonas sabem se vender”, reconhece ao assinalar que a promoção de grandes eventos começa a mudar a cultura do setor.
O turismo na Amazônia é um dos temas das rodadas de negócio que ocorrem na Feira Internacional da Amazônia (Fiam), promovida até amanhã (29) em Manaus pela Suframa. Cerca de 60 empresas que comercializam produtos, roteiros e serviços da região e 26 operadoras convidadas (inclusive estrangeiras) participam das rodadas de negócio.
No último ano, Manaus recebeu menos de 1% dos desembarques internacionais ocorridos no Brasil (78,4 mil desembarques, segundo o Ministério do Turismo).

Nobile Hotéis Se Une Ao Grupo Espanhol Hotusa

HOTELARIA
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011

A brasileira Nobile Hotéis está se unindo ao grupo espanhol Hotusa, o maior consórcio de hotéis da Europa, e quarto do mundo. A operação cria uma nova empresa no Brasil, em que cada uma das companhias terá participação acionária próxima de meio a meio, segundo os executivos da Nobile, e permitirá a chegada ao mercado brasileiro de empreendimentos com a bandeira Eurostar.

Clay Sawyer É O Novo Diretor De Marketing Da Rede Hoteleira IHG

HOTELARIA
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011

A rede hoteleira InterContinental Hotels Group (IHG) nomeou Clay Sawyer como diretor de marketing para América Latina e Caribe. Sawyer deixa a diretoria de vendas e marketing do Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo, hotel que faz parte do grupo IHG, e passa a trabalhar no escritório da rede em Atlanta, nos Estados Unidos. Em sua nova função será responsável por 77 propriedades em 20 países da região. Sawyer é graduado em marketing, finanças e negócios na Universidade da Flórida, nos EUA.

Gerentes Do Setor Hoteleiro São Formados Em Programas De Trainee

HOTELARIA
Valor Econômico
25 de Outubro, 2011


 O setor hoteleiro no Brasil deve receber investimentos de R$ 7,3 bilhões até 2014. Os dados são do relatório “Investimentos no Brasil: Hotéis & Resorts – 2011”, publicado pela BSH International. Junto com os 198 novos hotéis que o país vai abrigar, mais de 31 mil empregos serão gerados. O desafio maior está na contratação de mão de obra operacional, segundo Maurício Reis, gerente de recursos humanos da Accor para a América Latina.
Reis explica que, até 2015, deve abrir cerca de 80 posições gerenciais para administrar os novos empreendimentos do grupo. Soma-se a elas, a contratação de mais 10 ou 15 gerentes por ano por conta do “turnover”. Mas esses cargos serão ocupados, em grande parte, por profissionais formados internamente. “Nosso programa de trainee ajuda a transformar colaboradores em coordenadores e gerentes”, diz o executivo. O desafio, segundo ele, está no recrutamento de profissionais menos qualificados.
Nos próximos quatro anos, serão cerca de 400 contratações na Accor para o nível operacional. “Esse profissional troca muito de emprego, pois não está preocupado com o desenvolvimento da carreira por si só. Costuma procurar uma melhora salarial imediata ou um trabalho mais próximo da residência”, diz Reis.
O Rio de Janeiro é uma praça importante para o grupo, mas as novas vagas estarão espalhadas pelo país, de acordo com o executivo.
Na Atlantica Hotels, que prevê inaugurar 24 empreendimentos até 2014 no Brasil, a formação dos gerentes gerais desses hotéis já começou, por meio do programa de trainee da companhia. Segundo Dináurea Cheffins, vice-presidente de recursos humanos do grupo, 85% das 144 vagas gerenciais que serão abertas devem ser ocupadas por profissionais formados internamente.
Nos hotéis mais luxuosos da rede, os cargos gerenciais e de coordenadoria devem ser preenchidos por profissionais mais experientes e com um conhecimento técnico mais profundo. “Em um hotel de alto nível, o setor de alimentos e bebidas é muito mais complexo do que em um empreendimento econômico. Por isso o profissional do hotel de luxo precisa ser mais experiente e conhecer mais a parte técnica da função”, explica Dináurea. A companhia ainda não tem expectativa de quantas pessoas precisará contratar para a área operacional nos próximos anos. A executiva adianta, no entanto, que as novas vagas estão espalhadas pelo país.

Brasil Tera Cinema 4D Em 2012

SHOPPING CENTER
Exame
27 de Outubro, 2011


Cinema 4D
A quarta dimensão para cinema leva mais de 20 estímulos sensoriais físicos, olfativos e climáticos, além das imagens multidimensionais
São Paulo – O grupo de cinemas mexicano Cinépolis trará ao Brasil em 2012 sua rede de cinemas com tecnologia 4D.
Quem estiver no cinema poderá sentir frio, vento, sentir cheiros e fumaça, ter a poltrona deslocada, entre outros. Todos os efeitos especiais ocorrem seguindo as ações do filme.Ao contrário dos cinemas 3D, a tecnologia 4D tem como foco estimular as sensações de quem estiver assistindo ao filme. A quarta dimensão para cinema leva mais de 20 estímulos sensoriais físicos, olfativos e climáticos, além das imagens multidimensionais.
As salas são equipadas com máquinas de fumaça, poltronas especiais, duchas e ventiladores, que são responsáveis por entregar os estímulos sensoriais aos usuários.
A tecnologia 4DX começou na Coreia do Sul, criada pela empresa CGV e chegou ao México pela Cinépolis, onde já possui quatro salas especiais.
No Brasil a estreia ocorrerá em duas salas de cinema da Cinépolis, atualmente em construção, nos shoppings Pátio Batel (Curitiba) e JK Iguatemi (São Paulo). A inauguração está prevista para meados de 2012, segundo informações do site PlanetTech.

Renner Investe Em Distribuição Para Atender Novas Lojas

SHOPPING CENTER
Exame
28 de Outubro, 2011


Loja da Renner
Loja da Renner: novo centro de distribuição terá 50 mil metros quadrados
Rio de Janeiro - A Lojas Renner prepara a abertura de um novo centro de distribuição de 50 mil metros quadrados, previsto para ser inaugurado no primeiro mês de 2012, no Rio de Janeiro, diante da necessidade de melhoria da logística com o aumento de novas unidades.
Segundo ele, a companhia planeja abrir um outro centro de distribuição no ano seguinte ou em 2014, sem especificar o local."A área de logística hoje é nosso grande desafio, estamos em um processo de investimentos em nossos centros de distribuição", afirmou nesta sexta-feira o presidente-executivo da varejista de vestuário, José Galó, em teleconferência.
A companhia, cujos resultados do terceiro trimestre foram afetados por um inverno prolongado nas regiões Sul e Sudeste, está mais otimista com os últimos três meses do ano.
A Renner apresentou lucro líquido de 56,7 milhões no terceiro trimestre, resultado abaixo dos 57 milhões apresentados no mesmo período de 2010, uma queda de 0,5 por cento.
As vendas em mesmas lojas (abertas há mais de 12 meses) cresceram 3,8 por cento na comparação com o mesmo período de 2010. A evolução daquele trimestre em relação a 2009 havia sido de 10,5 por cento.
Segundo os executivos da empresa, este resultado é uma indicação clara da desaceleração verificada no período, quando o grau de confiança dos consumidores foi afetado pelas notícias diárias sobre a variação cambial, a inflação e os efeitos da crise européia e norte-americana.
Ainda assim, a companhia não se mostra preocupada com restrição de crédito ou aumento de inadimplência.
"Estamos atentos à inadimplência, mas nos sentimos confortáveis", disse o diretor administrativo financeiro e de relações com investidores da Renner, Adalberto Pereira dos Santos.
Além disso, o quarto trimestre tende a ser melhor do que o período entre julho e setembro, na visão do presidente. "Outubro foi melhor que agosto e setembro e a gente espera um final de ano interessante porque Natal é Natal. Aparentemente as razões macroeconômicas e de confiança do consumidor continuam positivas e vão fazer com que tenhamos um final de ano bem interessante", afirmou Galó.
A companhia prevê inaugurar 21 lojas no quarto trimestre. Nos primeiros nove meses do ano foram 12. "Estamos confortáveis em manter o ritmo para o ano que vem, em torno de 30 lojas. Estamos enfrentando bem a situação e dobrando de tamanho", disse o presidente.
Segundo ele, o que não vai bem são os shopping centers, que se atrasarem as entregas, podem comprometer o cronograma de inauguração de novas unidades. "O problema está na construção civil", afirmou.

Lucro Da BRMalls Cai 89,6% Por Efeito Cambial

SHOPPING CENTER
Exame
28 de Outubro, 2011


Shopping da BR Malls
As vendas nos shoppings da BR Malls foram de 3,9 bilhões de reais nos três meses até setembro
Rio de Janeiro - Mesmo com um bom desempenho operacional, a desvalorização do real causou um forte impacto no lucro contábil da BR Malls, que caiu 89,6 por cento no terceiro trimestre na comparação anual.
A linha final do resultado foi afetada por um impacto não-caixa de 113 milhões de reais da variação cambial sobre o seu bônus perpétuo.A administradora de shopping centers teve lucro líquido de 9,3 milhões de reais de julho a setembro, ante 90 milhões de reais um ano antes.
Excluindo a variação cambial e os efeitos não-caixa, a BR Malls teria tido um lucro trimestral ajustado de 92 milhões de reais, alta de 29,1 por cento sobre o ganho nessa mesma base no terceiro trimestre de 2010.
As vendas nos shoppings da BR Malls foram de 3,9 bilhões de reais nos três meses até setembro, crescimento de 24,3 por cento em relação ao terceiro trimestre de 2010.
As vendas mesmas lojas --abertas há mais de 12 meses-- subiram 8,3 por cento, na mesma base de comparação.

A receita líquida cresceu 67,3 por cento, para 219,3 milhões de reais, enquanto o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) teve alta de 71,9 por cento, na mesma base de comparação, e alcançou 174,3 milhões de reais.
"Vamos continuar buscando oportunidades de aumento de ABL (área bruta locável) através de aquisições, além de focar nos processos internos e na implementação de melhores práticas de gestão de modo que possamos continuar crescendo nosso negócio", completou.
"O crescimento orgânico que temos observado ao longo do ano, além das inaugurações previstas nos próximos meses, nos deixa otimistas quanto ao último trimestre de 2011", disse a empresa.

Crise Externa Não Assusta Consumidor De Baixa Renda, Dizem Analistas

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011


O agravamento da crise internacional deve ter efeito limitado sobre o consumo das classes de menor renda no Brasil. Na avaliação de empresários e analistas, enquanto as condições do mercado de trabalho permanecerem favoráveis, esses consumidores não desaparecerão das lojas, mesmo com a possível piora do cenário externo. Além disso, em janeiro do próximo ano as classes C, D e E serão beneficiadas pelo aumento de cerca de 14% no salário mínimo. Desse total, 7,5% representarão um aumento real de renda destinada ao consumo.
Nos últimos meses, a população de baixa renda já ganhou poder de compra pela forte geração de emprego e pelo aumento dos salários, passando a responder por 60% do consumo no país, segundo dados do instituto de pesquisas Data Popular. "A baixa renda não deixa de comprar por conta de crise. Ela só para de gastar quando vê o vizinho perder o emprego", diz Renato Meirelles, sócio do Data Popular.
A forma como a base da pirâmide social lida com o consumo, segundo Meirelles, é bastante distinta da verificada nas camadas sociais mais altas. "O noticiário impacta mais as classes A e B, ao passo que a baixa renda só se preocupa quando percebe o desemprego e a inflação baterem à porta", explica.
Enquanto a prestação couber no bolso, complementa o professor do Ibmec Felipe Lacerda, as vendas do varejo estarão garantidas. A teoria encontra base nos números do setor. O grupo Máquina de Vendas, que reúne as redes Ricardo Eletro, Insinuante, Citi Lar e Eletro Shopping, prevê aumentar em 26% seu faturamento em 2011, com as vendas subindo de R$ 5,7 bilhões em 2010 para R$ 7,2 bilhões neste ano. A projeção, que inclui o desempenho da Eletro Shopping, adquirida em julho, supera o crescimento médio da receita do setor de móveis e eletrodomésticos, de 16,2% nos 12 meses encerrados em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
"Não percebemos nenhuma mudança no consumo devido à crise e, pelo menos até o fim do ano, não esperamos influência negativa. É possível que, se não fosse pela crise, nossas vendas estivessem crescendo 3% ou 4% mais", supõe Ricardo Nunes, presidente do grupo Máquina de Vendas. Pelos seus cálculos, as vendas de fim de ano devem aumentar 5% em 2011 em relação ao ano anterior.
Sem revelar números, Ricardo Marques, coordenador-geral da Lojas Rabelo, também diz que o faturamento vem crescendo e não há indícios de mudança de trajetória. "Até agora, a crise não chegou a nós. Estamos até reforçando nossas unidades no interior, onde está concentrada a baixa renda."
É por isso que, para Lacerda, a retração de 2,3% no volume de vendas do comércio entre julho e agosto, constatada pelo IBGE, não pode ser vista como uma tendência. "Essa queda deve ser pontual. Tudo indica que as vendas continuarão aquecidas. O governo tem sinalizado que quer crescimento econômico, já até baixou juros." No fim de agosto, o Banco Central (BC) acabou com o ciclo de arrocho monetário ao reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, para 12% ao ano. Na semana passada, cortou a taxa em mais 0,5 ponto percentual.
O brasileiro, segundo o professor do Ibmec, é um dos poucos povos que aceitam pagar juros elevados para ter seus desejos atendidos. O comportamento é compreensível. Durante muitos anos, recorda o economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) André Braz, grande parte das famílias brasileiras se viu podada em seu desejo de compra. "Agora, elas estão colocando em dia o consumo reprimido. São fartas as tentações na compra de eletrodomésticos, automóveis, viagens", exemplifica, acrescentando que o acesso ao crédito facilita as aquisições.
Por enquanto, a única mudança percebida pelo comércio no comportamento dos consumidores de menor poder aquisitivo foi o encurtamento nos prazos de financiamento. Dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) mostram que, na capital paulista, a parcela dos que se comprometeram com dívidas por mais de um ano caiu de 30% em agosto para 28,1% em setembro. "Na dúvida sobre o futuro, o consumidor prefere se comprometer por menos tempo com dívidas. Mas não deixa de comprar", diz Altamiro Carvalho, assessor técnico da Fecomercio-SP.
Para ele, é natural que em alguns momentos o comércio registre arrefecimento nas vendas, já que o ritmo de crescimento nos últimos meses tem sido forte. De janeiro a agosto, o setor acumulou expansão de 8,4% na comparação com o mesmo período de 2010, de acordo com dados do IBGE. O crescimento se dá sobre bases já altas, uma vez que em 2010 o varejo contabilizou aumento de 12,2%.
Além disso, Meirelles lembra que não são apenas os produtos que estão na mira da baixa renda. Os serviços também fazem parte da lista de desejos. "Não é à toa que a inflação de serviços está disparando", pontua. Os preços nesse setor vêm subindo num ritmo ao redor de 9% ao ano e, pelos cálculos da LCA Consultores, devem fechar 2011 com alta de 8,8%. Para 2012, a expectativa é de aumento de 8,3%, com a demanda sendo impulsionada pelo reajuste de cerca de 14% no salário mínimo.
"É típico do brasileiro contar com um dinheiro que ainda não está na carteira. Se ele fica sabendo que vai ter aumento, gasta por conta", observa Lacerda, acrescentando que o futuro reajuste no salário mínimo já está produzindo efeitos no consumo. "Como não há no país a cultura da educação financeira, também não existe a consciência de poupança", complementa.
Esse comportamento preocupa grande parte dos especialistas, que não descarta um aumento da inadimplência nos próximos meses. "Se a crise lá fora piorar e provocar desemprego no Brasil, os consumidores não conseguirão pagar suas dívidas", diz Lacerda.
Em setembro, 62,7% das famílias brasileiras com renda mensal de até dez salários mínimos estavam endividadas e 25,4% admitiam estar com contas em atraso e 8,6% afirmavam não ter condições de pagar, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A parcela de endividados aumentou na comparação com setembro de 2010, quando o percentual era de 60,8%. Entretanto, o número de inadimplentes caiu, já que em setembro do ano passado 26,5% das famílias diziam ter dívidas vencidas e 9,9% admitiam não ter condições de honrar seus compromissos.

Sephora Estreia No Iguatemi JK

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011


Já está assinado o contrato para instalação da primeira unidade brasileira da Sephora, varejista de cosméticos e perfumes do grupo de luxo LVMH. A loja, com até 400 m2, ficará no shopping Iguatemi JK, previsto para ser inaugurado em abril de 2012 em São Paulo.

"Esperamos trazer uma dúzia de marcas novas para o Brasil, vendidas com exclusividade por nós, já na inauguração", diz o presidente da Sephora no Brasil, Carlos André Montenegro. A primeira loja vai incluir o chamado Beauty Studio, em que as clientes podem experimentar produtos com dicas de maquiadores.

A Sephora quer abrir mais lojas em shoppings do Rio e em São Paulo nos primeiros dois anos, mas encontra um entrave no aquecido mercado brasileiro. "O plano de expansão é bem agressivo, mas nosso maior problema hoje é conseguir espaço nos shoppings, que estão com a lotação máxima", diz Montenegro. A busca é dificultada pelo tamanho, já que a empresa não quer lojas de menos de 300 m2. "Estamos tentando fechar com shoppings ainda em construção."

Também em abril, a empresa quer mudar de vez para Sephora o nome da Sack's, loja virtual comprada pelo LVMH em agosto de 2010. Em novembro, o portal já perde os tons de lilás da Sack's e ganha as cores preta, branca e vermelha da Sephora. No primeiro ano como parte do grupo, o faturamento do site cresceu 22%. O ticket médio é de R$ 200.

As varejistas do grupo - Sephora, DFS, Miami Cruiseline, Le Bon Marché e Samaritaine -- responderam por 27% do faturamento mundial da LVMH em 2010. De janeiro a setembro, somaram US$ 4,38 bilhões em vendas. (LS)

Coteminas Terá 30 Lojas Da Marca Artex Até O Fim Do Ano

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011


O grupo têxtil Coteminas, dono da varejista de cama, mesa e banho MMartan, está ampliando os negócios na área de varejo  com a marca Artex. A meta é ter uma rede de 30 lojas até o fim deste ano.
Na quinta-feira, o presidente do grupo, Josué Gomes da Silva, vai inaugurar a loja-conceito da Artex no Shopping Eldorado, em São Paulo, mas a empresa informou que já foram abertas outras lojas no início deste mês de outubro.
A Mmartan tem mais de 170 lojas. Em agosto a Springs Global, controlada pela  Coteminas  , comprou por R$ 30 milhões a fatia de 35% da MMartan que permanecia com as sócias fundadoras da varejista. Passou a deter 100% da empresa. A decisão foi anunciada por meio de fato relevante em 13 de agosto deste ano.
O grupo também é dono da marca Santista.

BRMalls Renova Com Itauvest Para Atuar Como Formador De Mercado

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
24 de Outubro, 2011


A BR Malls, administradora e dona de shoppings centers em todo o país, renovou o contrato com a Itauvest para atuar como formador de mercado de suas ações em circulação na BM&FBovespa. O objetivo é que a instituição fomente a liquidez dos papéis. Hoje 68% do capital da companhia estão no mercado.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a BR Malls informa que o contrato foi renovado por mais 12 meses, período que deve ser contado a partir da próxima quarta-feira.
Os principais acionistas da BR Malls são El Brazil Investments, DYL Empreendimentos e Participações, HSBC, FMR, Dodge & Cox, Richard Paul Matheson e Carlos Medeiros Silva Neto (presidente da companhia).

Ganho Imobiliário

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
25 de Outubro, 2011


A expectativa de queda da taxa básica de juros e o cenário de aumento da inflação têm tornado os fundos imobiliários mais atrativos.
Em setembro, esses investimentos apresentaram um rendimento médio de 2,73%, considerando a valorização das cotas na bolsa e o ganho distribuído das receitas de aluguel, superando a variação do CDI no mês passado, que foi de 0,94%. O levantamento, realizado pela consultoria Uqbar, abrange 46 carteiras, entre as 61 listadas na bolsa que foram negociadas no período. "No mês passado houve uma melhora do desempenho dos fundos imobiliários, resultado do reajuste dos aluguéis de alguns imóveis acima do índice de correção e da valorização das cotas", diz Sérgio Belleza, sócio da consultoria Fundo Imobiliário.
Até a segunda prévia de outubro, o IGP-M, índice utilizado como referência para o reajuste dos aluguéis, acumula alta de 4,67% no ano e de 6,92% em 12 meses. A expectativa é que com a queda da Selic, hoje em 11,5%, o retorno dos fundos imobiliários termine o ano acima do ganho líquido com as aplicações em renda fixa, considerando o desconto de 15% de Imposto de Renda (IR) incidente sobre essa última.
No acumulado do ano, os fundos imobiliários acumulavam um retorno de 11,3%, comparado com 8,70% do CDI. Nesse caso, o levantamento da Uqbar abrange 40 carteiras que tiveram negociação em bolsa entre dezembro do ano passado e setembro deste ano.
Esses investimentos têm atraído as pessoas físicas nos últimos anos ao oferecer a possibilidade de uma renda mensal proveniente dos aluguéis, com isenção de IR. Esse benefício é concedido para as carteiras negociadas em bolsa, com no mínimo 50 cotistas, e com participação máxima de cada investidor inferior a 10% do patrimônio. O ganho de capital com a venda das cotas, no entanto, é tributado em 20%. Além disso, com o desempenho fraco do mercado de ações, muitos investidores têm migrado parte de suas alocações para ativos reais como imóveis.
A maior procura por esses ativos tem levado a uma valorização das cotas negociadas na bolsa, que respondeu por boa parte da rentabilidade das carteiras neste ano. O fundo Hotel Maxinvest, lançado em 2008 pela Brazilian Mortgages (BM), era o mais rentável neste ano, até setembro, com taxa interna de retorno de 53,5%. O resultado foi impulsionado pela valorização das cotas, de 39,7% no período.
Voltado para a aquisição de flats, o fundo contava em setembro com 603 apartamentos, localizados em São Paulo, e tem se beneficiado da retomada do mercado hoteleiro na capital paulista, diante da expectativa de aumento da demanda com a Copa do Mundo em 2014.
Com isso, o fundo tem apresentado um "dividend yield" - que se refere ao retorno com a distribuição dos rendimentos sobre o valor da cota - acima da média, de cerca de 12% a 15% ao ano. Atualmente, na fase de desinvestimento, a carteira contava com um patrimônio de R$ 58,5 milhões. "A queda das Selic aumenta a busca por diversificação dos investimentos, promovendo uma desconcentração dos ativos de renda fixa atrelados ao CDI", afirma Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages.
A BM também é responsável pela administração da maior carteira negociada em bolsa, o Brazilian Capital Real Estate Fund I, conhecido como BC Fund, composto por 13 empreendimentos, que somavam um valor de mercado, em junho, de R$ 2 bilhões. O fundo apresentava uma taxa interna de retorno de 20,5% no ano, até setembro.
Em julho deste ano, foi aprovado um aumento dos rendimentos de 6% ao ano para 8% ao ano sobre o valor da oferta pública do fundo, realizada em dezembro de 2010. O retorno proposto abrangerá o período de agosto deste ano a dezembro de 2012. O fundo mantém a meta de retorno de 15% ao ano a partir de 2015.
A ampliação do retorno é resultado do crescimento das receitas com aluguéis, que aumentaram 28% em relação a dezembro do ano passado em mais de 60% dos imóveis em carteira.
A BM tem buscado uma gestão mais ativa do portfólio que conta hoje com 80% das propriedades comerciais compostas por escritórios de alto padrão classe A, como a Eldorado Business Tower, em São Paulo, e a Torre Almirante, alugada para a Petrobras no Rio de Janeiro.
O fundo Rio Bravo Renda Corporativa também foi um dos que mais valorizaram. O portfólio, constituído em dezembro de 1999, está com a quarta emissão em análise na Comissão de Valor Mobiliário (CVM), com objetivo de captar R$ 50 milhões. Só neste ano, até setembro, a carteira apresentava uma valorização na bolsa de 16,6%, e estava pagando um ganho sobre rendimentos de 5,4%. Em julho, a carteira contava com patrimônio de R$ 102,7 milhões e compreendia três imóveis, sendo seis unidades no JK Financial Center, além de uma laje corporativa no prédio Jatobá Green Buiding, e outra no Edifício Parque Paulista, todos em São Paulo.
Administrados pela Rio Bravo Investimentos, os ativos em carteira apresentavam baixa taxa de vacância e a gestora tem conseguido renovar os contratos com reajustes acima do IGP-M. "Apesar dos novos empreendimentos em construção na cidade de São Paulo, a oferta não deve suprir a demanda por imóveis corporativos pelo menos até 2014, com os preços de locação devendo se estabilizar em patamares altos", diz José Diniz, diretor de fundos imobiliários da Rio Bravo.
A gestora conta com R$ 6 bilhões em projetos em análise e espera chegar a R$ 1 bilhão em ofertas de fundos previstas para o ano que vem. "Estamos buscando ativos ligados ao segmento de logística, como centros de distribuição, ao redor da cidade de São Paulo", destaca Diniz.
O executivo afirma que enquanto a rentabilidade líquida dos fundos DI, descontando o IR e a taxa de administração, está em torno de 6,5% a 7% ao ano, os fundos imobiliários têm pago um "dividend yield" de 7% a 8% ao ano.
O Kinea Renda Imobiliária, que tem como foco a aquisição de empreendimentos corporativos e centros de logística já prontos no Rio de Janeiro e em São Paulo, também tem conseguido reajustes no valor do aluguel acima da inflação. A carteira acumulava uma taxa interna de retorno de 33,7% no ano, até setembro, sendo 27% referente à valorização das cotas.
Em julho deste ano, a carteira gerida pela Kinea Investimentos captou mais R$ 200 milhões, sendo 95% da oferta adquiridos por pessoas físicas. Hoje a carteira conta com 4 mil cotistas e foi a mais negociada na bolsa em setembro. A liquidez do fundo reflete o esforço para a pulverização da oferta, que foi distribuída para os clientes dos segmentos private e de alta renda do Itaú Unibanco.
Hoje, a carteira é composta por quatro imóveis, sendo dois localizados no centro do Rio de Janeiro - um alugado para a Caixa e outro para o Banco do Brasil - e outros dois em São Paulo, e um centro logístico localizado em Sumaré (SP).
Além do segmento de lajes corporativas, Bidetti, da BM, tem visto oportunidades nos segmentos ligados ao varejo como shopping centers e centros de comércio menores, além de carteiras compostas por papéis como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

Carteira De Incorporação Da Brazilian Rende 30% Ao Ano

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
25 de Outubro, 2011


Por envolver o risco do desenvolvimento do empreendimento, os fundos de incorporação costumam oferecer rendimento maior do que os tradicionais portfólios com foco em renda, atrelados às receitas de aluguéis.
A Brazilian Capital, companhia de gestão do grupo BRFE, concluiu neste ano seu primeiro ciclo de coinvestimento em projetos de incorporação residencial e comercial no Brasil. Iniciado em 2003, os fundos da empresa entregaram uma taxa interna de retorno média de 30% ao ano.
Esse primeiro ciclo compreendeu a conclusão dos investimentos de três fundos de participações: o CSHG Realty BC I e II, BCRE Development Fund I. Além disso, encerrou um investimento próprio, no valor de R$ 130 milhões, no empreendimento comercial Parque Cidade, localizado em Brasília.
Ao todo foram investidos R$ 213 milhões em 12 projetos residenciais e um comercial, com retorno de capital e lucro equivalente a 1,56 vezes o capital investido. "O retorno esperado para os fundos de incorporação é de 20% a 25% ao ano, enquanto os fundos de renda costumam entregar uma rentabilidade líquida de 8% a 8,5% sobre o valor de mercado", afirma Rossano Nonino, diretor-geral da Brazilian Capital. O retorno mínimo dos projetos administrador pela empresa de 15% ao ano. "Os retornos foram praticamente estáveis", diz.
A Brazilian Capital foi responsável pela administração dos projetos dos fundos CSHG Realty I e II, que somavam R$ 60 milhões de patrimônio e tinham como foco imóveis residenciais para o segmento de média renda em todo Brasil. O fundo CSHG Realty I foi a primeira carteira de incorporação lançada no mercado e tinha como meta uma rentabilidade de 20% ao ano mais a variação do IGP-M.
O BCRE, lançado em 2005, também era voltado para projetos residenciais e investiu em dois empreendimentos, um em Goiânia (GO) e outro na cidade de São Paulo. Lançado em parceria com um investidor estrangeiro, a Brazilian comprou a participação do sócio, que foi obrigado a se desfazer do negócio após a crise imobiliária nos Estados Unidos.
Os investimentos dos fundos eram realizados por meio da aquisição de participação, que variava entre 50% e 80%, em Sociedades de Propósito Específico (SPEs), em parceria com incorporadoras.
Já o projeto do Parque Cidade envolvia a construção de três torres comerciais, sendo duas vendidas para a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, no ano passado, e outra que ficou como permuta em troca do terreno.
A Brazilian Capital conta com R$ 2,7 bilhões em ativos imobiliários sob gestão e atualmente está em fase de investimento dos recursos do BCRE II, que captou R$ 100 milhões no ano passado com investidores americanos e asiáticos, que investem na carteira por meio de um veículo constituído em Delaware. "Metade desse valor já está comprometido e devemos concluir a fase de investimento até o fim do ano", afirma Nonino.
A gestora pretende realizar uma nova oferta desse fundo no primeiro semestre do ano que vem, com previsão de captar entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões com investidores locais e estrangeiros. "O fundo terá um foco mais diversificado podendo investir no segmento residencial, parques industriais e shoppings de conveniência, que têm grande potencial com o crescimento do poder de consumo dos brasileiros", destaca Nonino.
Segundo o executivo há um grande interesse dos estrangeiros pelo mercado imobiliário brasileiro, que apesar de aquecido, ainda está longe de uma bolha. "O mercado de imóveis comerciais em São Paulo apresenta a menor taxa de vacância dos últimos dez anos e isso não deve mudar nos próximos três anos", diz Nonino.
Já no segmento residencial, o executivo acredita que o momento de euforia já passou e o mercado está passando por um ajuste de oferta e demanda.
Os fundos de incorporação, no entanto, são destinados a investidores qualificados, com no mínimo R$ 300 mil em aplicações financeiras. Apesar da rentabilidade maior, a liquidez desses portfólios é bem mais baixa, uma vez que o investidor só começar a ter o retorno sobre o capital investido depois de um prazo médio de cinco anos. "O foco desses fundos é o ganho de capital e não a renda", diz Nonino.

Luxo Pé Na Areia

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
25 de Outubro, 2011

É quase verão e o clima do ano inspira uma esticadinha até a praia. As grifes de luxo estão nesse clima. Seis marcas aportam no Fashion Mall, no Rio de Janeiro, até o fim deste ano. Entre as internacionais, abrem as portas por lá M Missoni, Ferrari Store, Seven e Kiehl's. Até o Natal, o shopping também passa a contar com a joalheria Miriam Kimelblat e a grife de moda praia SUB. Com isso, segundo o shopping, a expectativa é incrementar as vendas em 12% nos próximos seis meses.

Com FGV, Strong Investe Em Osasco

SHOPPING CENTER
Valor Econômico
26 de Outubro, 2011


O grupo Strong Educacional, instituição conveniada com a Fundação Getúlio Vargas, inaugura hoje uma unidade em Osasco (SP) com dez opções de cursos de MBA (Master in Business Administration) que levam a marca da FGV. O investimento é de R$ 4,5 milhões em dois andares dentro de um shopping da cidade.
Trata-se da quarta unidade da Strong no Brasil, grupo que inaugurou os cursos de extensão da FGV na Baixada Santista há 13 anos. Desde então, foram investidos R$ 20 milhões para criar e manter os três endereços (Santos, Santo André e Barueri, todos no Estado de São Paulo).
A FGV está presente com cursos de extensão em 180 locais do país com 40 parceiros conveniados. A fundação mantém sedes próprias apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As empresas conveniadas difundem o modelo educacional da FGV entrando com a infraestrutura e a logística. O conteúdo didático e os professores são da própria fundação.
De acordo com o diretor do Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE) da FGV, Clóvis de Faro, em número de alunos, a Strong ocupa hoje "a 2ª ou 3ª colocação" no ranking de parceiros da instituição.
O faturamento anual da Strong gira em torno de R$ 20 milhões, segundo seu diretor de novos negócios, Fábio Ribeiro. O grupo começou na cidade de São Vicente (SP) há 16 anos. Três anos depois foi convidado a montar a primeira unidade da FGV na Baixada Santista, em Santos, a sede atual da empresa. A segunda aposta da Strong foi Santo André, que hoje abriga a maior unidade, reunindo mais de 4 mil alunos.
"Começamos como um grupo de consultoria e logo percebemos uma necessidade de formação profissional, foi quando surgiu o convite da FGV", diz Ribeiro. Segundo ele, a escolha da cidade onde será aberta a nova unidade leva em conta o perfil econômico da região. Recentemente, por exemplo, foi incorporado ao campus de Santos o curso de petróleo e gás. "Pretendemos ampliar [as atividades] no Grande ABC e desenvolver mais a nova unidade em Osasco, é uma cidade que tem um PIB alto, temos apostado muito na região", afirma. Entre 2005 e 2011, 13,6 mil novas empresas se instalaram no município.
Todos os cursos de Osasco são voltados para a área de negócios. O prédio tem área de 1,6 mil m² e está localizado no Shopping União, próximo ao Rodoanel.