Valor Econômico
10 de Novembro, 2011
A Chevron informou que ainda investiga as causas do derramamento de óleo entre os campos de Roncador e Frade, na bacia de Campos. Procurada, a companhia não confirmou se o vazamento já foi controlado, mas frisou que estudos demonstram que não há risco de a mancha de óleo avistada no mar chegar à costa.
"Todas as ações apropriadas para responder à emergência e para minimizar impactos ambientais estão sendo tomadas", informa a nota divulgada pela companhia.
A empresa norte-americana iniciou a produção em Frade em 2009. A Chevron opera o campo, no qual tem 51,7% de participação. Outros 30% são da Petrobras e o consórcio Frade Japão Petróleo tem 18,3%. O campo está a 370 quilômetros da costa do Rio de Janeiro e tem reservas estimadas entre 200 milhões e 300 milhões de barris de óleo equivalente (BOE).
Frade foi, em setembro, segundo os dados mais atualizados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o campo com maior produção no Brasil entre os não operados pela Petrobras. Naquele mês, a produção na região foi de 80,425 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 74,768 mil barris de óleo e 899,35 mil metros cúbicos de gás.
Com isso, a Chevron garantiu o terceiro lugar entre os operadores com maior produção no Brasil, atrás da Petrobras e da Shell.
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